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ANIMAIS: RÉPTEIS

BASILISCO-VERDE

Ordem: Squamata

Família: Iguanidae

Nome popular: Basilisco-verde

Nome em inglês: Double-crested basilisk ou Green basilisk

Nome científico: Basiliscus plumifrons

Distribuição geográfica: Da Guatemala até o Panamá

Habitat: Florestas úmidas e áreas de caatinga

Hábitos alimentares: Onívoro

Reprodução: Desova entre 01 e 16 ovos por postura, que eclodem após 60 a 65 dias de incubação

Período de vida: Aproximadamente 10 anos



O basilisco se tornou conhecido por três motivos: o primeiro é que ele é um dos lagartos mais bonitos das américas, com suas cristas, sua coroa óssea e cores vivas espalhados por seus cerca de 80 cm de comprimento.

O segundo é que ganhou seu nome de um animal mitológico fantástico, o basilisco das lendas gregas e medievais. Nas lendas era o rei das serpentes, e andava ereto como um homem sobre duas pernas. Sua presença afastava ratos e outros animais indesejados. Recentemente, um famoso livro sobre um bruxo adolescente teve um basilisco como vilão. Quando chegaram às
matas da Amazônia, os exploradores europeus devem ter achado que aquele estranho e belo animal devia ser o animal mitológico de que tanto ouviam falar, e deram-lhe este nome.

Mas terceiro e mais incrível motivo de admiração por este lagarto é sua capacidade de correr sobre a água. Durante uma fuga de um predador, dirigem-se para um curso de água, que pode ter até 50 m. de largura, e colocam-se correndo sobre as patas traseiras como uma pessoa ou ave. Os longos dedos traseiros possuem uma dobra de pele cada que, quando o basilisco se põe a correr, se abrem durante a descida da pata, e se fecham imediatamente quando puxado para cima. Então esta dobra apresenta uma certa
resistência que o permite se manter acima da superfície até que consiga escapar do perigo e nem se arriscar a virar comida de grandes peixes ou jacarés.

Mas mesmo que ele tente atravessar um rio muito grande, não tem problema, pois o basilisco sabe nadar muito bem.

O basilisco consegue uma grande variedade de alimentos nas florestas tropicais em que vive: insetos, frutas, pequenos caranguejos, anfíbios, roedores, ovos e filhotes de aves, folhas e outros. Os filhotes comem quase que apenas insetos.

Na natureza, sua habilidade de fuga o torna uma presa difícil para seus predadores, como as raposas, serpentes e aves de rapina. Porém, sua maior ameaça é a destruição das matas em que vive, assim como a poluição dos rios e os venenos usados nas plantações, que contaminam não só o ambiente como também os insetos que servem de alimento a este fascinante animal. Assim, é
sempre importante se lembrar que devemos dar muita importância àquilo que comemos, pois a forma como esta comida chega aos nossos pratos pode estar destruindo o ambiente onde ela foi criada.

Texto de Ricardo Avari
Biólogo da Divisão de Ciências Biológicas

 

RÉPTEIS
Jabuti-piranga (Geochelone carbonaria)
Cobra de duas cabeças (Amphisbaena alba)
Suaçubóia (Corallus hortulanus)
Tracajá (Podocnemis unifilis)
Briba (Diploglossus lessonae)

Basilisco-verde (Basiliscus plumifrons)

Bico-doce (Ameiva ameiva)
Cágado-cabeçudo (Bufocephala vanderhaegei)
Gavial-da-malásia (Tomistoma schlegelii)
Jabuti-gigante-de-aldabra (Geochelone gigantea)
Jacaré-do-papo-amarelo (Caiman latirostris)
Jibóia (Boa constrictor)
Lagartixa-leopardo (Eublepharis macularius)
Lagarto-de-língua-azul (Tiliqua scincoides)
Lagarto-rabo-de-macaco (Corucia zebrata)
Muçuã (Kinosternon scorpioides scorpioides)
Papa-vento (Enyalius iheringii)
Píton-burmesa (Python molurus bivittatus)
Sinimbu (Iguana iguana)
Sucuri-amarela (Eunectes notaeus)
Surucucu-do-Pantanal (Hydrodinastes gigas)
Tartaruga-do-amazonas (Podocnemis expansa)
Teiú (Tupinambis merianae)
Tigre-d'água (Trachemys dorbignyi)
ANIMAIS DO ZÔO
Aves
Mamíferos
Nativos da Mata
Répteis
 
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